1992 - SÃO PAULO
Muitos torcedores brasileiros e japoneses, com os rostos pintados com as cores
do Tricolor, preto, vermelho e branco, ao final do jogo invadirão o campo, quebrando
pela primeira vez o sistema de segurança do Estádio Nacional de Tókio no Japão.
O jogo começou e aos 12 minutos da primeira etapa um susto para os torcedores do
Tricolor, um gol de Stoichkov. Porém, mesmo em desvantagem no marcador, os jogadores do
tricolores mostraram o que o mundo queria ver, partirão para o ataque em busca do gol,
e o empate saiu de uma belíssima jogada de Müller, que após dois dribles cruzou para Raí
que, de peito, ou de barriga, completou para o fundo das redes aos 27 do primeiro tempo.
Aos 34 do segundo tempo, Raí novamente marca, mostrando toda sua estrela, faz o gol do título,
cobrando uma falta perfeita no ângulo de Zubizarreta, que nada pode fazer.
O Tricolor conquista o mundo e Telê Santana, o grande técnico, que dificilmente era levado
por emoções exteriores, mostra um belo sorisso.
O SÃO PAULO jogou com: Zetti no gol, Vítor, Adílson, Ronaldo e Ronaldo Luís;
Pintado, Toninho Cerezo depois Dinho e Raí; Cafu, Müller e Palhinha.
O técnico era Telê Santana.
O BARCELONA: Zubizarreta no gol, Ferrer, Koeman e Eusébio; Amor, Bakero depois
Goicochea, Guardiola e Witschge; Laudrup, Stoichkov e Beguiristain depois Nadal.
O técnico era Johan Cruyff
Juiz foi o Argentino Juan Carlos Loustaus.
Público de 60.000 pessoas.
Melhor jogador em campo foi Raí.
Resultado da Final
| Data | Jogo |
| 13 dezembro 1992 | São Paulo 2 x Barcelona 1 |

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