1993 - CRUZEIRO

Foram 5 vitórias, 4 empates e 1 derrota. Mesclando a juventude de jogadores que saíram das categorias de base do clube como Célio Lúcio, Arley Álvares, Ramon Menezes e Zelão, mais a experiência de Éder, Luizinho, Paulo Roberto, Ademir e Marco Antônio Boiadeiro, o Cruzeiro soube driblar as dificuldades da competição e trazer o caneco para Minas. Apesar do técnico Pinheiro insistir em sistemas defensivos que ocasionou a repulsa de grande parte da massa cruzeirense, o time soube se impor nos contra ataques que teve como destaque a raça de Cleisson e o carisma de Roberto Gaúcho. Após a conquista, Roberto Gaúcho ficou marcado como o craque das decisões e passou a ser tratado como o amuleto de sorte da massa. Pinheiro foi embora para o Rio e a sua teimosia não deixou saudades. Cleisson, que foi o artilheiro do time com 6 gols foi contratado pelo futebol português abrindo uma vaga no ataque para um garoto de apenas 16 anos, que se tornaria o "matador azul" e o maior jogador do mundo: Ronaldinho.

(Texto enviado por: Antonio Carlos Miranda Ribeiro)

O Cruzeiro conquistava pela primeira vez esta competição.
O Cruzeiro foi o primeiro clube Mineiro a conquistar a Copa do Brasil.

Resultado dos Jogos
DataJogo
16/03/93DESPORTIVA-ES 1 x 1 CRUZEIRO
23/03/9323/03 CRUZEIRO 5 x 0 DESPORTIVA ES
06/04/9306/04 NAUTICO 1 x 0 CRUZEIRO
13/04/9313/04 CRUZEIRO 2 x 0 NAUTICO
04/05/9304/05 SÃO PAULO 1 x 2 CRUZEIRO
11/05/9311/05 CRUZEIRO 2 x 2 SÃO PAULO
20/05/9320/05 CRUZEIRO 3 x 1 VASCO
27/05/9327/05 VASCO 1 x 1 CRUZEIRO
30/05/9330/05 GRÊMIO 0 x 0 CRUZEIRO
03/06/9303/06 CRUZEIRO 2 x 1 GRÊMIO

OS JOGADORES QUE PARTICIPARAM DO SEGUNDO TÍTULO NACIONAL DA HISTÓRIA DO CRUZEIRO FORAM:
Paulo César, Paulo Roberto (Zelão), Célio Lucio (Arley Alvares), Luizinho (Robson), Nonato, Douglas (Ademir), Boiadeiro (Rogério Lage), Luís Fernando, Nivaldo (Edenilson), Cleisson (Tôto), Éder (Ramon) e Roberto Gaúcho. Técnico: Pinheiro.

DESTAQUE: A MASSA
Um público pagante total de 150 mil pessoas acompanhou as dez partidas da campanha do título de 93, perfazendo uma média de 25 mil pagantes por jogo. Maior do que a média do Campeonato Brasileiro que costuma ser de 12 mil pagantes/jogo. A partida de maior público pagante foi a final contra o Grêmio, quando a massa cruzeirense estremeceu as estruturas do Estádio Mineirão: 70.723 pagantes.


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